As faixas de preço que existem hoje

No Brasil, em 2026, um site para empresa cai em uma destas faixas. Os valores abaixo são o que se vê no mercado para trabalho feito por profissional ou estúdio, não por plataforma de arrastar e soltar.

  • Página única (landing page): R$ 1.500 a R$ 4.000. Um serviço principal, contato por WhatsApp, sem blog.
  • Site institucional completo: R$ 4.000 a R$ 12.000. Várias páginas, uma por serviço, blog, SEO por página.
  • Site com catálogo ou área restrita: R$ 8.000 a R$ 25.000. Muitos produtos, filtros, integração com sistema interno.
  • Loja virtual completa: R$ 10.000 a R$ 40.000. Carrinho, pagamento, frete, estoque, notas.
  • Template pronto configurado por freelancer: R$ 500 a R$ 1.500. Barato na entrada, caro depois (explico abaixo).

Na SpectorX o orçamento é feito por projeto, dentro dessas faixas, porque duas empresas do mesmo porte raramente precisam do mesmo site. O que está incluído em cada pacote está público na página de pacotes, e a proposta fechada, com escopo, prazo e valor, chega em 1 dia útil.

O que faz o preço subir

  • Número de páginas. Cada página bem feita tem texto próprio, título, descrição e imagem. Dez páginas custam mais do que uma.
  • Redação. Se o estúdio escreve os textos com pesquisa de palavras-chave, isso é parte do valor. Se você entrega os textos prontos, o preço cai.
  • Integrações. Agendamento online, CRM, ERP, pagamento, área do cliente: cada uma adiciona horas e risco.
  • Design exclusivo. Um layout feito para o seu negócio custa mais do que um tema adaptado, e converte mais.
  • Fotos e vídeo. Sessão profissional é cobrada à parte na maioria dos casos.

O que costuma ser desperdício

Três coisas aparecem em propostas e raramente valem o que custam: 'manutenção' mensal que só atualiza plugin de WordPress; 'hospedagem premium' de R$ 100 a R$ 300 por mês para um site que poderia ser estático e custar quase zero; e 'pacote de SEO' que é só instalar um plugin e preencher três campos.

Quando o site é feito em código próprio, sem WordPress, ele não tem plugin para atualizar nem painel para ser invadido. A hospedagem sai de graça ou por poucos reais. A manutenção real vira evolução: conteúdo novo, páginas novas, melhoria de conversão.

Como comparar propostas

  • Peça a lista de páginas e o que cada uma terá. 'Site completo' não é escopo.
  • Pergunte quem escreve os textos e se há pesquisa de palavras-chave.
  • Pergunte em nome de quem ficam domínio, hospedagem e código. Se não for o seu, você está alugando.
  • Peça o prazo em dias úteis e o que acontece se você atrasar o material.
  • Pergunte o que é cobrado depois do lançamento e por quê.
Site barato que não aparece no Google e não gera contato é o site mais caro que existe: você paga e não recebe nada.

E o parcelamento?

O padrão do mercado é 50% na aprovação e 50% na entrega. Muitos estúdios, a SpectorX inclusive, aceitam cartão em até 12 vezes. Diluído assim, o site costuma custar por mês menos do que um único cliente perdido para o concorrente que aparece primeiro no Google.